PUG, uma raça exótica

 



 
 
 

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20/06/2008

Redação Web luxo



Se há uma raça canina cujo temperamento dócil faz com que adapta-se facilmente tanto em casas quanto em apartamentos, é o Pug. Originário da China, era um grande companheiro de vários membros da realeza.

Quando, no século 16, os europeus fortaleceram o intercâmbio com países asiáticos, as qualidades do Pug foram logo descobertas. Dizem que os primeiros a importarem espécimes da raça foram os holandeses, na época em que a Companhia das Índias dominava boa parte do mundo.

O tamanho reduzido e sua extrema fidelidade ao dono logo fizeram com que o Pug se tornasse uma verdadeira febre entre as damas do jet set da época. O mesmo aconteceu na Inglaterra e depois em todo o Velho Mundo. Comenta-se até que o príncipe William de Orange teve sua vida salva por um desses cãezinhos, que teria alertado sobre a iminente invasão espanhola. É tanto que, depois disso, o Pug tornou-se o cão oficial da corte e ganhou lugar de eterno destaque no túmulo do tal príncipe.




O nome da raça provavelmente começou a ser usado por causa de seu focinho: Pug, em inglês, quer dizer "nariz achatado". Esta caractéristica, aliás, é o calcanhar de Aquiles do bichinho. Seu focinho não permite a entrada de grandes quantidades de ar, o que faz com que o Pug não seja um grande atleta. Além disso, ele não suporta lugares quentes e abafados por muito tempo.

Mas isso não compromete sua disposição em brincar com o dono e estar sempre por perto, mesmo quando não é convidado. Sua altura não ultrapassa os 28 cm e seu peso varia entre 6 e 9 quilos.

No Brasil, onde a raça ainda não é tão difundida quando no exterior, é possível comprar um filhote por R$ 800 a R$ 1000.

 





 


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