Além
dos 25% de teor alcoólico, o preço elevado se deve a
edição limitada da cerveja, que só é vendida a cada
dois anos.
Das oito garrafas que a Melograno Forneria e Empório
de Cervejas importou, duas já foram vendidas pelo
preço de R$ 750, cada. A edição de 2009 recebeu o
nome “Utopias” e foi envelhecida em barris de
carvalho portugueses que já foram usados para a
produção de uísques e conhaques. Além disso, parte
da cerveja maturou ainda em barris de conhaque e
brandy.
O longo processo de fabricação dá características
específicas a bebida e a cada “safra”, apenas 8 mil
garrafas são comercializadas no mundo.

Segundo Eduardo Passarelli,
especialista em cervejas e sócio do Melograno, a
Samuel Adams não tem gás, é licorosa e chega a
lembrar um vinho do Porto ou um Brandy.
“Ela
é bem diferente do comum, mas é considerada cerveja
porque não passa por nenhum processo de destilação”,
diz.
A bebida é servida em temperatura ambiente e deve
ser degustada sem o acompanhamento de comida ou
petiscos.
“É uma bebida com muitos sabores, que deve ser
tomada sozinha”, conta o especialista.
