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» Porsche Cayenne GTS no Brasil

23/05/2008

Redação Web Luxo



Apresentado no Salão de Frankfurt do ano passado e à venda no mercado internacional desde o início de 2008, o GTS chega agora ao Brasil por US$ 219 000 (cerca de R$ 370.000). Versão intermediária do Cayenne, o jipão traz um motor V8 de 405 cv de potência a 6 500 rpm e 51,02 kgfm de torque a 3 500 rpm com injeção direta de combustível – abaixo dele estão o V6 (290 cv) e o S (385 cv), e acima vêm o Turbo (500 cv) e o Turbo S (521 cv).



Entre as principais diferenças do GTS, estão as rodas de 21” calçadas em pneus 295/35 (o pára-lamas foi alargado em 14 mm para que o conjunto coubesse lá), spoiler dianteiro, saias laterais, aerofólio, ponteiras do escapamento cromadas, entradas de ar maiores e cintos de segurança vermelhos. Mas a vantagem diante das opções “inferiores” está sob o capô.



Líder da nata

“Mais de 60% do meu negócio no Brasil é Cayenne. Depois vêm o Boxster, o Cayman e o 911”, revela Marcel Visconde, presidente da Stuttgart Sportcar, importadora oficial das máquinas alemãs no Brasil. E as palavras de Visconde não são apenas jogo de marketing. O Cayenne é o líder de vendas entre os SUVs (Sport Utilities Vehicles, ou veículos utilitários esportivos) no Brasil, puxando uma lista que traz BMW X5, Audi Q7 e Mercedes-Benz ML.



Vendido a US$ 219 000 (cerca de R$ 370 000), ele é mais caro que as versões top de linha do Q7 (R$ 349 000), do X5 (R$ 361 300) e do ML (R$ 365 000) – a Mercedes oferece também o 63 AMG, que tem 510 cv e custa US$ 235 000 (R$ 400 000), mas ele compete com o Cayenne Turbo–, porém, é também o mais potente.



Seus 405 cv se sobrepõem aos 350 cv do Audi, aos 355 cv do BMW e aos 388 cv do Mercedes. E, para os compradores dessa nata, parece que ter um pouco mais de cavalos é bem mais importante do que ter um pouco menos de reais.



 


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